Da Redação
A Polícia Federal (PF), no Tocantinis, prendeu em flagrante nessa quinta-feira, 14, duas pessoas que ofertavam vantagem financeira para servidor da Unitins para que promovesse a alteração de notas de alunos de cursos à distância (EAD). Os nomes dos possíveis envolvidos não foram divulgados.
Segundo as investigações, a partir de denúncias de alunos à Unitins e repassadas pela instituição para a PF as pessoas presas ofertavam à alunos de curso à distância da Unitins de diversas unidades a alteração de notas e frequências em matérias que estavam reprovadas mediante pagamento. Após, solicitavam que funcionário da Unitins promovessem a adulteração das notas e frequências.
Apesar da identificação de alguns dos alunos que tiveram suas notas alteradas, suspeita-se que o serviço ilegal foi oferecido para centenas de alunos das mais diversas regiões dos Estados do Pará e Tocantins.
Assim, a PF solicita que outros alunos que receberam a proposta de alteração de notas mediante pagamento compareça na Polícia Federal para reconhecimento dos autores do crime.
Unitins
Em nota divulgada nesta sexta-feira, 15, a Unitins afirmou que após que receber denúncias de alunos que informaram, que estavam sendo aliciados com tentativa de suborno para terem suas notas alteradas, ofereceu denúncia crime à Polícia Federal.
Ainda conforme a nota, "a universidade adotou uma nova política mais rigorosa de segurança, como por exemplo, maiores restrições de acesso ao seu sistema e aquisição de equipamentos mais modernos e novos softwares."
Leia a íntegra da nota da Unitins
"Nota
Em relação, às informações divulgadas hoje pela manhã pela Polícia Federal (PF) sobre a prisão em flagrante de duas pessoas que ofertavam vantagem financeira para alteração de notas de alunos de cursos à distância (EAD):
A UNITINS esclarece que recebeu denúncias de alunos que dissera, que estavam sendo aliciados com tentativa de suborno para terem suas notas alteradas. E foram constatadas também pela universidade movimentações atípicas e divergências documentais de alguns alunos.
Mediante as denúncias e constatações, a UNITINS ofereceu denúncia crime à Polícia Federal, que assumiu as investigações, culminando no flagrante do delito.
Em razão disso, a universidade adotou uma nova política mais rigorosa de segurança, como por exemplo, maiores restrições de acesso ao seu sistema e aquisição de equipamentos mais modernos e novos softwares."

