Valmir Araújo
Da Redação
Ao final da reunião de secretariado, no Palácio Araguaia, nesta terça-feira, 4, o secretário de Planejamento de Modernização da Gestão Pública, Eduardo Siqueira Campos, comentou sobre o mandado de segurança que culminou na suspensão dos pagamentos que o Estado fez aos fornecedores na quinta-feira, 30 (ainda na gestão de Carlos Gaguim, PMDB). Segundo ele, a medida do novo governo “não foi de ordem pessoal”.
“Tudo que estiver dentro da legalidade e da normalidade será pago”, assegurou Eduardo, informando que o novo secretário da Fazenda está “trabalhando na verificação desses contratos”. Segundo ele, a liminar concedida pela Justiça poderá ser questionada por alguns fornecedores, que se sintam prejudicados. “O que me causa estranheza é o fato de outra pessoa recorrer desta decisão”, falou Eduardo Siqueira, referindo-se ao fato do ex-governador Carlos Gaguim manifestar interesse em recorrer da decisão judicial que suspendeu os pagamentos dos fornecedores.
“Ele [Gaguim] vai recorrer em que condição? Ele não é mais governador do Estado. Em que figura ele se enquadra? Na condição de favorecido? Quem deveria recorrer são os próprios fornecedores”, afirmou Eduardo Siqueira.
“Ele [Gaguim] precisa descansar a cabeça, entender que a questão da faixa é um assunto encerrado”, afirmou ainda o secretário, acrescentando: “As ações do nosso governo não tem cunho pessoal”.
Indenizações e data-base
O secretário do planejamento assegurou ainda que o governo Siqueira Campos pretende cumprir todos os acordos e benefícios, que são direito do servidor público. Segundo ele, o pagamento das indenizações dos policiais militares, se estiverem dentro da normalidade, serão pagos. “Nós estamos arrumando as contas para assegurar todos os direitos dos servidores, como o reajuste da data-base, que, de cerca de 4,5%, é um direito”, declarou ele.
A informação é que o governo Gaguim não fez o pagamento das indenizações referente ao mês de dezembro.





