Aquiles Lins
Da Redação
O vice-governador João Oliveira (DEM) afirmou nesta quarta-feira, 13, durante solenidade no Tribunal de Contas do Estado, que manteve acordo com o presidente nacional do partido, senador Agripino Maia, e que continuará no comando do partido, desta vez como presidente da comissão provisória.
“Estou acertado em ficar na presidência do Democratas. Cogitei inicialmente de sair, depois refluí e resolvi continuar no partido. O próprio presidente nacional já havia dito que se eu pretendesse continuar, ele me manteria na presidência. Não teria nenhum problema de o presidente ser algum dos meus colegas, Osires Damaso e Dorinha. Mas eles prórpios entenderam que eu deveria continuar”, explicou Oliveira.
Relação com Kátia
Sobre as declarações da senadora Kátia Abreu, que considerou como uma “indelicadeza” a dissolução do diretório, e que a executiva mostrou que não confiaria em Oliveira, o vice-governador disse que deve ter havido um erro de interpretação por parte da senadora.
“Meu relacionamento com a senadora será o melhor possível. Ela é minha irmã, temos afinidades e amizade sincera. Quanto ao posicionamento dela em relação ao senador José Agripino, entendo que foi uma má interpretação daquilo que houve. No momento que o diretório foi dissolvido, ele ainda não tinha certeza se eu continuava, mas foi destituído porque já estava destituído pelo tempo de vencimento, mas o senador Agripino tem grande apreço por mim e eu por ele”, afirmou.
O vice-governador disse que a senadora deixa uma lacuna no DEM. “Não podemos deixar de reconhecer que a senadora foi sempre a figura mais forte do partido, com prejeção nacional. A saída dela deixa uma lacuna no partido”, afirmou.
Questionado, entretanto, se manterá a aliança política com a senadora, Oliveira disse “continuará amigo da senadora”. “Continuaremos amigos. Estou no Democratas e ela no PSD. A nossa pretensão é continuarmos andando juntos na aliança construída da eleição que nos deixou vice-governador e o Siqueira Campos governador”, afirmou.





