Cleber Toledo
Da Redação
O secretário estadual de Infraestrutura, Brito Miranda, afastou, temporariamente, os servidores acusados de estarem envolvidos em irregularidades apontadas pela Operação Covil da Polícia Federal. A operação foi deflagrada nessa terça-feira, 26, em conjunto com o Ministério Público Federal e com a Controladoria-Geral da União (CGU), lançando suspeitas sobre convênios da Fundação Nacional da Saúde (Funasa) com o governo do Tocantins e com prefeituras do interior.
Os servidores da Infraestrutura denunciados são Edson José Barbosa, Carlos Roberto Wenceslau (engenheiro) e Nilo de Almeida Costa (engenheiro). Segundo nota da Secretaria Estadual da Comunicação (Secom), os três são servidores da Diretoria de Saneamento Básico da Seinf.
No caso do governo do Tocantins, o coordenador-geral de Operações Especiais da CGU, Israel Carvalho, afirmou à imprensa nessa terça-feira que foram encontradas irregularidades em dois contratos com empresas e também em quatro convênios federais entre Estado e Funasa.
"NOTA DE ESCLARECIMENTO
Sobre o suposto envolvimento de servidores públicos estaduais nas investigações da Polícia Federal, o Governo do Tocantins informa que:
Afastou, temporariamente, três servidores de suas atividades na Diretoria de Saneamento Básico, da Secretaria da Infraestrutura, para a apuração dos fatos. A medida está publicada no Diário Oficial nº 2.899, desta quarta-feira, 27 de maio de 2009, através da Portaria nº 0734.
Secretaria Estadual de Comunicação"