Cleber Toledo
Da Redação
A Operação Covil já está nos principais portais de internet do País. O UOL lembra que as supostas irregularidades foram constatadas em obras de convênios da Funasa com o governo do Estado e com prefeituras tocantinenses.
O Globo.com reproduz declaração da Polícia Federal: "Tudo indica que eles [envolvidos] recebem propina e utilizam empresas de fachada para mascarar a participação em obras de esgotamento sanitário e abastecimento de água".
O portal do jornal O Estado de S.Paulo afirma que cerca de 160 policiais federais e 22 analistas da Controladoria-Geral da União (CGU) participaram da operação, com o objetivo de desmontar um grupo especializado em desviar verbas públicas no Tocantins. Segundo O Estadão, "o esquema se beneficiava de convênios da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) firmados com o governo do Tocantins e prefeituras do Estado".
O Correio Braziliense também destaca o escândalo. O jornal afirma que a Operação Covil é "resultado de uma investigação que durou um ano".
O caso também foi destaque na Globo News.
Esse é o terceiro escândalo nacional envolvendo o governo do Tocantins em um mês. No dia 26 de abril, o jornal Folha de S.Paulo divulgou reportagem sobre distribuição de materiais esportivos (bolas e jogos de camisa) para aliados durante a campanha eleitoral de 2008.
No dia 16, foi a vez da revista Veja divulgou a denúncia de Ângela Costa Alves, ex-chefe de gabinete da primeira-dama Dulce Miranda, de que verbas públicas estariam bancando compras particulares, shows estariam sendo superfaturados e seriam "fantasmas" e de que dinheiro teria sido dado a eleitor em edições do Governo Mais Perto de Você em 2006. Essa denúncia de Ângela foi repercutida nos jornais Folha de S.Paulo e Estadão.