Foto: Assessoria de Imprensa

O presidente da Fieto, Eduardo Machado, durante reunião com diretores da Caixa
Da Redação
A diretoria da Caixa Econômica Federal no Tocantins (CEF), sob o comando do superintendente da instituição financeira, Raimundo Nonato Frota, esteve reunida com o presidente da Federação das Indústrias do Estado (Fieto), Eduardo Machado, e com o ex-prefeito de Porto Nacional, Paulo Mourão, durante toda a manhã desta quarta-feira, 15, para discutir sobre a Zona de Expansão Econômica.
Idealizada na gestão de Mourão, com apoio da Fieto e do governo estadual, a Zona de Expansão Econômica ficará na margem direita do Lago da Usina de Lajeado, em frente a Palmas. A ligação com a capital é feita através da Ponte da Amizade.
Para Eduardo Machado a iniciativa é louvável, pois o Tocantins precisa de projetos inovadores para oportunizar equilíbrio econômico à sua população. “A Zona de Expansão Econômica é uma estratégia para transformar o estado num eixo de desenvolvimento. Precisamos de um novo modelo organizacional para sermos competitivos, transformar nossa produção, agregando valor aos nossos produtos”, diz ele.
Paulo Mourão ressalta que a CEF foi convidada à reunião para que tomasse conhecimento desse grande projeto, que segundo ele é um dos mais modernos idealizados na atualidade e que conta com a participação efetiva do governo estadual, através da Secretaria da Habitação, da Fieto e da Prefeitura de Porto Nacional.
“Fizemos uma ação integrada, inclusive com apoio do governo federal, para incrementar um novo processo econômico no Estado, capaz de fomentar a economia e garantir o desenvolvimento sustentável, observando questões como investimentos econômicos, inclusão social e ambiental, promovendo a sustentabilidade”, afirma.
Foi a partir daí, explica Mourão, que surgiu a ideia de realizar o estudo sobre a região macro zona urbana II de Porto Nacional, composto pelo Distrito de Luzimangues, incorporando a ele a Ferrovia Norte-Sul, enquanto o governo estadual ficaria responsável por fomentar um processo novo de ocupação ordenada, em parceria com o município e o setor privado. “Vamos ter uma nova cidade, extensão da centenária Porto Nacional, mas com uma nova concepção, bem planejada, moderna e com um grande agregador de promoção do desenvolvimento, que é a multimodalidade de transporte”, destaca.
Para o superintendente da CEF, Raimundo Nonato Frota, a Zona de Expansão Econômica é consistente, voltada à sustentabilidade, à cidadania e vai atrair principalmente a iniciativa privada interessada em desenvolver aqui seus empreendimentos, num ambiente adequado e bem centralizado do ponto de vista geográfico, permitindo que o bolo da economia do estado seja significativo a partir dessa ideia, que será desenvolvida na extensão de Palmas.
Sobre a possibilidade de envolvimento da Caixa Econômica Federal no projeto, através do financiamento de empreendimentos e moradias para os trabalhadores das empresas que deverão se instalar no local, Frota foi categórico ao afirmar que isso é perfeitamente possível, desde que se tenha um marco regulatório definido, com amplo respeito ao meio ambiente e às questões estruturantes no espaço destinado à habitação.
Segundo ele, a Caixa estará presente e lutando para que o Plano Diretor seja respeitado na íntegra. “Pretendemos aprovar todos os empreendimentos necessários para essa extensão de Palmas e vamos, de alguma forma, exigir respeito à legalidade, para que possamos ser o instrumento regulador da implantação e manutenção correta da Zona de Expansão Econômica”, acrescentou. (Com informações da Assessoria de Imprensa do Sistema Fieto)