Da Redação
O vereador de Gurupi Jonas Barros (PV) afirmou nesta quinta-feira, 1º, ao Jornal Atitude que não sairá mais candidato a deputado estadual, caso seja mantida a coligação entre o PV e o PR. “Eu já tinha falado com alguns amigos que eles estavam com intenção de levar o PV para os braços do PR, que é uma coligação injusta. O PR tem cinco deputados estaduais e tem mais um ex-prefeito com três mandatos e que é irmão do prefeito de Tocantinópolis, que é o Bonifácio. E mais ainda coligando com o PV aumenta mais um deputado que é o Marcelo Lélis”, disse o vereador.
Segundo informações do Jornal Atitude, Jonas também disse se sentiu "desprestigiado' na formação da coligação, envolvendo o seu partido, e, na intenção de reverter a situação falado com aos presidentes dos partidos da coligação “Tocantins Levado a Sério” e que só faltou falar com o coordenador da campanha, o ex-senador Eduardo Siqueira Campos. “Ainda não conversei com o coordenador da campanha, o ex-senador Eduardo Siqueira Campos mas coloquei a situação aos presidentes do partidos, conversei com o Argemiro que é um dos coordenadores, conversei com o próprio Marcelo Lélis, conversei com o deputado José Geraldo do PTB e expus que se ocorresse esta situação do PV vir a se coligar com o PR eu não sairia candidato. Isso está mantido porque eu acho um descaso com a região Sul”.
Jonas Barros que também é presidente da Câmara de Gurupi disse que só entrará numa campanha caso ele tenha "chances reais" para vencer e que não será candidato para “servir de cabo eleitoral”. “Eu sabendo que estou numa coligação que a minha chance de vitória é muito pequena eu não vou arriscar e não vou colocar os meus companheiros, amigos e minha família em dificuldade em me apoiar, sendo que eu não estou seguro que vencerei as eleições com uma coligação com o PR”.
No atual mapa político das duas majoritárias existem quatro candidatos para as duas vagas do senado. Dois são de Araguaína - Marcelo Miranda (PMDB) e João Ribeiro (PR) e dois são de Porto Nacional Vicentinho Alves PR) e Paulo Mourão (PT). (Com informações do Jornal Atitude)