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Eduardo diz que candidatura de Irajá é "só formalidade" e que empresário não disputará

08/07/10 16h18

O coordenador da coligação Tocantins Levado a Sério, Eduardo Siqueira Campos, afirmou que a candidatura do filho da senadora Kátia Abreu (DEM), Irajá Silvestre Filho (DEM), é só "uma formalidade" para o caso de necessidade de subsituição de nomes. "Na verdade, o empresário Irajá, com quem tenho a melhor relação, em nenhuma vez, em nenhum momento, eu o encontrei na disputa", afirmou Eduardo.

Segundo ele, "não há quem possa estar reclamando" da candidatura de Irajá. "Não vejo quem pode estar reclamando de alguém que não fez uma só ação, que não está atuando em nenhuma cidade, que não tem apoio de lugar nenhum, porque não colocou realmente o nome dele na disputa", afirmou o coordenador.

Para ele, é comum nos partidos existirem nomes que fiquem de prontidão caso haja alguma desistência. "É comum nos partidos você ter opções para o caso de haver complicação", explicou Eduardo.

Ele afirmou que as fontes do blog não quiseram colocar seus nomes na matéria "porque não é verdadeiro". "Alguém se utilizou do papel de fonte, exatamente por não poder botar o nome, para criar um fato negativo absolutamente inexistente", avaliou o coordenador. "Não existe isso [a insatisfação de candidatos]. Isso é encomenda."

O coordenador desafiou "a qualquer integrante, qualquer participante, que venha formalmente contestar" a candidatura de Irajá. Eduardo ressaltou que existem duas candidaturas muito bem colocadas no Democratas, que são as do suplente de deputado federal Júnior Marzola e da ex-secretária estadual da Educação Maria Auxiliadora Seabra Rezende, a Professora Dorinha.

Não precisava registrar
O blog reafirma que ouviu dois importantes candidatos a deputado federal da coligação Tocantins Levado a Sério, que se mostraram indignados com a candidatura de Irajá, e um assessor de outro importante nome do grupo do ex-governador Siqueira Campos (PSDB).

Inclusive, o blog voltou a ouvir há pouco um desses candidatos a deputado e ele reafirmou que, se fosse para o caso de "ficar de prontidão", a candidatura de Irajá não precisaria ser registrada. "No caso de desistência ou de impedimento, a coligação poderia, sem problema algum, trocar o candidato. Se essa foi a razão, o registro da candidatura de Irajá foi desnecessária", afirmou essa fonte, que, novamente, não quis se identificar, apesar da insistência do blog.

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