Valmir Araújo
Da Redação
Caso todos os partidos aliados ao pré-candidato do PSDB ao governo do Estado, Siqueira Campos, fecharem a mesma coligação nas chapas proporcionais, pelo menos cinco dos oito deputados federais tocantinenses poderão estar juntos na busca pela reeleição: Eduardo Gomes (PSDB), Nilmar Ruiz (PR), Vicentinho Alves (PR), Lázaro Botelho (PP) e João Oliveira (DEM).
Esse quadro inverte o resultado das urnas de 2006. O ex-governador Marcelo Miranda (PMDB) elegeu cinco deputados e a UT, três (Vicentinho, Gomes e Botelho). O atual cenário político também subverteu a composição do Senado. Marcelo Miranda tinha dois senadores - Kátia Abreu (DEM) e Leomar Quintanilha (PMDB) - e a UT, um - João Ribeiro. Agora os utistas contam com dois senadores - Kátia e João Ribeiro - e o governo com apenas um - Leomar.
Dentre os nomes da Câmara Federal alguns poderão ainda compor a chapa majoritária do grupo. É o caso de João Oliveira – cotado a ser o vice de Siqueira - e Eduardo Gomes, pré-candidato a senador.
Os demais deputados que formam a bancada federal tocantinense Osvaldo Reis e Moisés Avelino, do PMDB, e Laurez Moreira (PSB) compõem a base do governador Carlos Henrique Gaguimm pré-candidato à reeleição.
Isso porque DEM, PSDB, PR, PP e PV oficializaram apoio a Siqueira e estarão juntos nestas eleições, defendendo a mesma chapa majoritária. No entanto, o grupo também poderá concorrer às eleições proporcionais em uma mesma coligação, conforme informou o presidente do DEM, o deputado federal João Oliveira.
Além dos candidatos que disputarão a reeleição, esses partidos têm ainda outros nomes. É o caso do suplente a deputado federal Júnior Marzola e da ex-secretária de Educação e Cultura, Dorinha Seabra, ambos do Democratas.
Na disputa das 24 vagas da Assembleia Legislativa esses partidos poderão compor coligações menores ou ainda concorrerem sozinhas. É o caso do DEM que pretende ter uma chapa pura com candidatos a deputados estaduais.