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Servidores da Educação não aceitam reajuste do governo e apresentam contraproposta

11/03/10 15h22

Patrícia Saturno
Da Redação

Encerrada há alguns instantes a assembleia geral dos servidores da Educação, os grevistas se dirigem neste momento para a Assembleia Legislativa, onde pretendem apresentar uma contraproposta ao que o governo estadual quer  conceder de aumento. Os servidores, em greve, querem que o Estado conceda reajuste de 15% no mês de abril, 2% em maio e 3% em junho. Isso, somado aos 5% concedidos dos ano passado, equivale a 25%, valor mínimo que a categoria espera receber.

A proposta do governo estadual era de conceder um reajuste no valor total acumulado de 28,25% somando os 5% concedidos ano passado, com 16,6% da nova proposta -sendo 2% para maio e 14,6% para junho - e outros aproximadamente 4,5% a serem concedidos em outubro considerando a inflação prevista para o período de outubro de 2009 a setembro deste ano – a data-base. De acordo com a assessoria de imprensa do Sintet (Sindicato dos Trabalhadores da Educação), o assunto data-base será discutido em outra ocasião.

Servidores que participavam da assembleia estão em manifestação até o Parlamento do Estado. Lá, pretendem apresentar aos deputados estaduais sua nova proposta.

Pela manhã, o presidente da Assembleia, Júnior Coimbra (PMDB) demonstrou otimismo em solucionar o impasse com os servidores – que estão em greve. Ele convocou para as 17 horas desta quinta-feira, 11, uma sessão extraordinária, onde acreditava ser possível, diante de um acordo com os servidores, votar o projeto de lei do governo concedendo o reajuste.

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