A Igreja Católica no Tocantins começa na manhã desta segunda-feira, 8, a tratar da carta da secretária-chefe da Casa Civil, Mary Marques de Lima, encaminhada ao padre de Colinas, o irlandês Martins Keveny.
O bispo de Miracema do Tocantins, dom Felipe Dickman, se reúne nesta manhã com o Keveny para discutir o assunto. Ao CT, Dickman, não quis falar a respeito do posicionamento. "Vamos ouvi-lo para depois saber o que será feito", disse.
O arcebispo metropolitano de Palmas, dom Alberto Taveira Corrêa, afirmou que só vai se pronunciar após a
definição de Dickman.
Repercussão
O caso já não está mais restrito à Igreja e repercute na esfera política. A vereadora de Colinas Amália Santana (PT) disse que vai propor moção de apoio ao padre na Câmara. A sessão, que seria realizada nesta segunda, foi transferida para essa terça-feira por causa de um vélório realizado nas dependências do Legislativo.
O CT apurou ainda que há articulação de um movimento, pela própria comunidade, para exigir uma retratação formal do governo do Estado pelo conteúdo da carta escrita pela secretária Mary Marques.