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Após iniciar apuração sobre suposto desvio de R$ 768 mi, TCE vê ilegalidade em outros contratos da Seinf e Dertins

28/10/09 18h35

Da Redação

Depois de aprovar inspeção para apurar um suposto desvio de mais de R$ 768 milhões de um único contrato da Secretaria de Infraestrutura (Seinf) do Estado do Tocantins na gestão do governador cassado de Marcelo Miranda (PMDB), o Pleno do Tribunal de Contas do Estado (TCE) julgou ilegais apostilamentos em outros três contratos originários da Seinf e do Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Tocantins (Dertins). Nos três processos, o responsável/interessado é o ex-secretário José Edmar Brito Miranda (PMDB), pai de Marcelo.

O TCE determinou pagamento de multa que, somando os três contratos, é de R$ 7,5 mil. Para o primeiro contrato julgado ilegal, de número 054/2002, a multa aplicada pelo TCE foi de R$ 5 mil; para o segundo - 068/2004 – multa de R$ 1,5 mil; e o terceiro - 32/2004 – multa de R$ 1 mil.

A assessoria de imprensa do TCE foi procurada, bem como o setor de relatoria do órgão, mas não foram fornecidos ao CT detalhes sobre os contratos em questão.

A sessão plenária do TCE teve início às 14h30 e foi presidida pelo vice-presidente do órgão, conselheiro José Jamil Fernandes Martins. Na ocasião, outros 16 processos foram apreciados.

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