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Jalapão: um dos principais roteiros do ecoturismo e do turismo de aventura

01/12/09 15h50

Fotos: João Ramid/Secom

Cachoeira da Velha: um espetáculo da natureza de tirar o fôlego

Brasil, um lugar abençoado por natureza. Bem no centro deste país, no Estado do Tocantins, encontra-se um paraíso natural de beleza única: o Jalapão, um dos principais roteiros para quem pratica o ecoturismo e o turismo de aventura. No mundo, com certeza, não há cenário igual.

A região do Jalapão é um lugar de descobertas permanentes. Em plena mata de transição entre o cerrado e a caatinga, onde predomina uma vegetação rasteira similar às savanas, surgem cachoeiras, rios de águas cristalinas, corredeiras, grandes chapadas e formações rochosas de cores e formas variadas.

Neste cenário, destacam-se dunas de areias douradas, com até 30 metros de altura, o que levou o lugar a ser chamado de deserto do Jalapão. Seria um deserto, se o Jalapão não fosse também um paraíso das águas e um lugar onde a presença de flores e animais exóticos salta aos olhos. Um convite à contemplação e à aventura.

Reserve ao menos três dias para esta expedição. Você merece.

DUNAS - Um cenário tanto inesperado quanto inesquecível, formado por enormes dunas de areia dourada (areia de quartzo), de até 30 metros de altura. Imagine a sensação de andar por estas areias e contemplar o pôr-do-sol no centro de uma paisagem como esta! As dunas do Jalapão estão em constante movimento, guiadas pelos ventos. Ao seu redor está a Serra do Espírito Santo, de formação arenosa, cuja ação dos ventos causa sua erosão, originando as dunas.

Cachoeira da Velha
Alimentada pelas águas do Rio Novo, a Cachoeira da Velha é a maior cachoeira do Jalapão e uma das suas principais atrações. Nela, as águas correm em grande quantidade, despencando por duas quedas em formato de ferradura, cada uma com mais de 20 metros de largura. Um espetáculo imponente, em que a natureza mostra sua exuberância e toda a sua força.

Bem próximo à Cachoeira da Velha existe uma prainha, de águas doces e mansas, cercada por matas de galeria. Sem dúvida, uma bela opção para o camping. A trilha para chegar da cachoeira à prainha é um atrativo à parte, de fácil caminhada, com paradas para descanso e contemplação.

Capim Dourado
O capim dourado só brota nas veredas do Jalapão. E é utilizando sua haste fina e de intenso brilho metálico que as mulheres do lugar, com mãos habilidosas, transformam o capim em uma diversidade de peças artesanais: bolsas, brincos, pulseiras, chapéus, mandalas, cestas e diversos objetos de decoração. Peças de beleza única, que ultrapassaram os limites do Tocantins, conquistando mercado em todos os estados brasileiros e também no exterior.

    Foto: Lia Mara
A arte de trabalhar com o capim dourado foi ensinada às mulheres do local por Dona Miúda, uma matriarca do povoado de Mumbuca, município de Mateiros. Antes, a técnica foi passada pelos índios que habitavam a região à avó de Dona Miúda e depois à sua mãe.

Hoje, as técnicas do artesanato em capim dourado continuam sendo ensinadas, de geração a geração, no povoado de Mumbuca e também nas cidades de Mateiros, Ponte Alta, Novo Acordo, Santa Tereza, Lagoa do Tocantins e no Prata, um vilarejo do município de São Felix do Jalapão.

O capim
Na verdade, o que se chama de capim dourado (syngonanthus nitens) é a haste de uma pequena flor branca da família das sempre-vivas. É na flor que se encontram as sementes que garantem a perpetuação da planta (nativa do Jalapão) e a renda para centenas de famílias.

FERVEDOURO - Parece um oásis. Em meio à vegetação fechada, entre brejos e riachos, surge um lugar de rara beleza, cercado por bananeiras. Ao seu centro está um grande poço de água azul transparente - na verdade, a nascente de um rio subterrâneo. A água que brota das areias claras cria o fenômeno da ressurgência, que tornam impossível até o banhista mais persistente afundar. No Fervedouro, você vai divertir-se e conhecer a real sensação da leveza. (Foto: Manoel Jr/Secom)

Mirante
Cartão-postal da região, a Serra do Espírito Santo é uma elevação imponente que, através do processo de erosão (chuvas e ventos), dá origem às dunas que se formam aos seus pés.

Também existe na serra um mirante, de onde, após uma hora de caminhada em direção ao cume, é possível se ter uma visão privilegiada de toda a região. O topo da serra é uma grande área plana, que lembra uma imensa mesa elevada. É o local ideal para apreciar as paisagens e horizontes do Jalapão.

Rafting
Todo aventureiro que vai ao Jalapão tem um destino certo: o rafting nas corredeiras do Rio Novo. Mas não precisa ser experiente nem mesmo saber nadar para encarar as águas ora turbulentas, ora tranqüilas. Basta estar munido dos acessórios de segurança adequados, oferecidos pelas agências de turismo.

Há duas opções. Uma são os longos percursos, de até quatro dias, em que é possível conhecer cachoeiras de alto nível de dificuldades e fazer paradas nas pequenas praias de areia branca e fina que se formam nas margens do rio. Outra opção, mais rápida, escolhida pela maioria dos turistas, dura três horas de descida (seis quilômetros).

A melhor época para praticar o rafting é de maio a setembro, período de seca no estado do Tocantins. É nesta época, também, que as estradas de acesso ao Jalapão estão em melhores condições de tráfego. (Do site oficial do Jalapão)

Leia sobre:  Turismo,  Jalapão,  Roteiro Jalapão
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