Da Redação
Em nota, a Prefeitura de Gurupi disparou contra o movimento grevista enfrentado à dez dias pela Fundação Unirg. Segundo a nota, o aumento solicitado por professores e servidores não pode ser concedido porque faria o Estado extrapolar o limite estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, conforme já teria sido alertado pelo Tribunal de Contas do Estado.
"Mesmo com uma decisão contrária da Justiça de Gurupi, os grevistas querem se impor à lei e obrigar que situações já vencidas no judiciário sejam objeto de análise por parte da presidência da Unirg", afirma a nota, que acrescenta que o prefeito Alexandre Abdalla (PR) "não aceita tais abusos e irá defender, sem medo, os interesses das famílias de Gurupi".
A nota ainda dispara: "Muitos dos grevistas com salários de até R$ 10 mil, normalmente, aqueles mais exaltados, se escondem atrás de polpudos contracheques, atrás de benesses pessoais, disfarçadas de interesses profissionais, e tentam, a todo custo, manter seus privilégios na instituição, querendo sangrar, cada vez mais, os combalidos cofres da Unirg".
Confira a seguir a íntegra da nota:
"NOTA
A Prefeitura de Gurupi, após sofrer atitudes covardes e criminosas de certas pessoas, que lançaram sobre seu gestor calúnias, injúrias e difamações, feitas de forma desrespeitosa e desmedida, vem a público, esclarecer a todos os cidadãos de bem deste município, o que está por trás do movimento grevista, patrocinado por alguns professores, e por alguns servidores da UNIRG:
Mesmo com o Tribunal de Contas do Estado alertando a administração pública municipal de que o limite de gastos da UNIRG está bem acima do que manda a Lei de Responsabilidade Fiscal, a APUG e a ASAUNIRG, querem que o acordo judicial que foi feito um ano atrás, prevendo aumento de 7,5%, seja dado às duas categorias. Todos sabem que o acordo só valeria se tal limite de gastos estivesse dentro dos limites legais, o que não é o caso atual da UNIRG. Com o aumento dos salários e enquadramento dados no ano passado a folha passou de R$ 1.586.674,76 para 2.016.611,98. Isso representa 78,9% do que ela arrecada, sendo que o limite prudencial é de 54%.
Mesmo com uma decisão contrária da Justiça de Gurupi, os grevistas querem se impor à lei e obrigar que situações já vencidas no judiciário sejam objeto de análise por parte da presidência da UNIRG.
O prefeito Abdalla não aceita tais abusos e irá defender, sem medo, os interesses das famílias de Gurupi.
Muitos dos grevistas com salários de até R$ 10 mil, normalmente, aqueles mais exaltados, se escondem atrás de polpudos contracheques, atrás de benesses pessoais, disfarçadas de interesses profissionais, e tentam, a todo custo, manter seus privilégios na instituição, querendo sangrar, cada vez mais, os combalidos cofres da UNIRG. Acusam qualquer um de improbidade administrativa, de corrupção, de falcatrua. Porém, não apresentam nenhuma prova, apenas achismos e papéis sem nenhum valor probante.
Se existiram erros na gestão da UNIRG, a Justiça saberá dar respostas à sociedade, respeitando sempre o contraditório e a ampla defesa, princípios basilares em todo regime democrático de direito.
Mais uma vez, e como sempre, o prefeito Abdalla renova aos gurupienses a sua intenção de defender, até as últimas conseqüências, o patrimônio que é do povo de Gurupi, mesmo sendo ele vítima de ataques inescrupulosos e covardes por parte de alguns.
A UNIRG é do povo de Gurupi!!! Doa em quem doer!!!"