Cleber Toledo
Da Redação
O presidente da Associação dos Policiais e Bombeiros Militares do Estado do Tocantins (ASPBMETO), Luiz Chaves, enviou nota ao CT na qual defende os dois principais advogados da ação de indenização contra o governo do Tocantins, Cícero Tenório e Auri Wulange Ribeiro Jorge. "Incansavelmente buscaram de todas as formas proteger o direito de toda classe militar", afirma Chaves.
Segundo o presidente, é "lamentável e estarrecedor a postura de alguns advogados que tentam se aproveitar do trabalho sério e zeloso".
Chaves afirma que "o militar consciente e a sociedade civil em geral" "apenas lembram desses dois causídicos, que sempre de maneira enérgica e eficaz defenderam a causa, chegando ao ponto de pedir prisão de autoridades e com certeza irão continuar lutando por aqueles que não foram contemplados nesse momento".
"Mas agora se assiste a patética aparição de advogados oportunistas, que nunca tiveram a coragem de mostrar a cara, os quais não pertencem ao processo, maculando a classe dos advogados", diz o presidente da associação. Para ele, essa atitude demonstra "inconteste sentimento de inveja", diz a nota.
Confira a seguir a íntegra da nota:
"A Associação dos Policiais e Bombeiros Militares do Estado do Tocantins – ASPBMETO, através de seu presidente, diante dos últimos acontecimentos envolvendo as indenizações, vem a publico hipotecar total apóio ao acordo firmado pela ASSPMETO com o Estado do Tocantins, apoiado por outras associações dos Policiais e Bombeiros Militares, o qual ocorreu antes da vigência da famigerada lei do calote.
Contudo, é lamentável e estarrecedor a postura de alguns advogados que tentam se aproveitar do trabalho sério e zeloso dos patronos da causa, o Dr. Cícero Tenório e Dr. Auri-Wulange, que incansavelmente buscaram de todas as formas proteger o direito de toda classe militar.
No entanto, o militar consciente e a sociedade civil em geral, que acompanhou de perto toda a luta em torno dessas indenizações, apenas lembram desses dois causídicos, que sempre de maneira enérgica e eficaz defenderam a causa, chegando ao ponto de pedir prisão de autoridades e com certeza irão continuar lutando por aqueles que não foram contemplados nesse momento.
Mas agora se assiste a patética aparição de advogados oportunistas, que nunca tiveram a coragem de mostrar a cara, os quais não pertencem ao processo, maculando a classe dos advogados, fazendo demonstrar inconteste sentimento de inveja, pois como diz o ditado popular “depois da onça morta todo cabra pisa no couro”.
Por tudo isso, e pela história de luta e vitória que testemunhamos da corajosa ação desses dois advogados, Dr. Cícero Tenório e Dr. Auri-Wulange, é que temos de hipotecar e reconhecer o brilhante trabalho desempenhado.
PALMAS – TO, 14 de Maio de 2009.
Luiz Chaves do Vale – Cap. PM/TO
Presidente ASPBMETO"