Cleber Toledo
Da Redação
O secretário estadual de Infraestrutura, Brito Miranda, teve que reintegrar aos quadros da Diretoria de Saneamento Básico da pasta os três servidores envolvidos nas denúncias da Operação Covil, que apurou desvios de recursos a partir de convênios de Estado e municípios com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa). A revogação da portaria do dia 26 de maio que afastou os três funcionários foi publicada no Diário Oficial do Estado desta terça-feira, 30.
Segundo o documento desta terça-feira, o motivo da revogação foi uma decisão da Justiça da 2° Vara Federal da Seção Judiciária do Estado do Tocantins.
Auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU) constatou desvios de verbas federais no Tocantins de aproximadamente R$ 3,8 milhões, em convênios da Fundação Nacional da Saúde (Funasa), com governo do Estado e prefeituras, auditados por amostra nos últimos 12 meses. O procurador da República Rodrigo Luiz Bernardo Santos, responsável pela ação que gerou a Operação Covil, da Polícia Federal, afirmou que as investigações começaram há um ano.
Desse total de R$ 3,8 milhões desviados, segundo a Polícia Federal, R$ 2,8 milhões se referem a quatro convênios firmado entre a Funasa e o governo do Tocantins.