Da Redação
Já está na Procuradoria-Geral da República a documentação enviada pelo Ministério Público Federal (MPF) no Tocantins sobre a denúncia de suposta participação do deputado federal Osvaldo Reis (PMDB-TO) em desvios de verba da Funasa (Fundação Nacional de Saúde) descoberta na operação Covil. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da Procuradoria.
No dia 26 de agosto o MPF enviou ao procurador-geral Roberto Gurgel cópia de depoimento prestado pelo engenheiro Francisco de Paula Vitor Moreita que acusa o parlamentar e o secretário de Infraestrutura do Estado, José Edmar Brito Miranda, de envolvimento nos esquema. Além do depoimento, documentos também foram encaminhados ao procurador.
Após análie da documentação, o procurador pedirá abertura de investigação ou determinará arquivamento do caso. Por possuírem foro privilegiado, apenas o procurador-geral pode pedir abertura de investigação contra ambos. A assessoria de imprensa disse que não há prazos definidos para uma posição de Gurgel.
Em nota enviada ao CT por meio de sua assessoria de imprensa, o deputado afirmou que a acusação trata-se de denúncia "caluniosa" e que "não irá prosperar".