Cristiano Machado
Da Redação
O conteúdo da carta da secretária-chefe da Casa Civil, Mary Marques de Lima, encaminhada a Martin Keveny repercute até mesmo na esfera política de Colinas, onde o religioso vive há 15 anos e desenvolve trabalhos espiritual e social. A vereadora de Colinas Amália Santana (PT) disse que a assessora do governador Marcelo Miranda (PMDB) foi "infeliz" e que o padre "não merece isso".
A vereadora afirmou ao CT na manhã deste sábado,6, que na sessão dessa segunda-feira, 8, vai apresentar uma moção de apoio a Keveny. "Não posso falar dela pois não conheço seu trabalho, mas falo, sim, do padre Martin, já que conheço seu trabalho. Ele é respeitado, digno de aplausos e de boas intenções", afirmou.
Ela reforçou que a secretária foi "infeliz" em relação aos comentários sobre o padre. "Faltou sabedoria, investigar o que o padre faz. Ela não está bem informada sobre a atuação dele", disse.
Ainda segundo a vereadora, a moção de apoio é uma forma de "contemplar o padre" por seu trabalho realizado no município. "Poderia ser uma moção de repúdio para a secretária, mas não quero contemplá-la. Prefiro contemplar o padre, que é um dos maiores contribuidores com o nosso município e não merece isso", declarou.
Entre as ações do padre, segundo ela, estão a construção de uma igreja e duas creches, além de obter recursos para obras sociais no município. "O trabalho religioso que ele faz é muito importante", disse. Ainda segundo ela, os norte-americanos que vieram visitar o padre no Brasil e contraíram a Gripe A têm o objetivo de ajudar na construção de mais uma igreja e fortalecer o trabalho social desenvolvido na localidade.