03/07/12 11h03 03/07/12 18h08

Reunião entre Pró-Saúde e Sesau deve definir termos da rescisão do contrato

OS reclama de dificuldades que estariam sendo enfrentadas por causa da falta de repasses
Da Redação

A Organização Social Pró-Saúde, em nota, informou que nesta terça-feira, 3, será realizada uma reunião entre a executiva da OS e representantes da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) para buscar um consenso com relação aos termos da rescisão do contrato de gerenciamento de 17 dos 19 hospitais públicos do Estado. “Esta decisão é fundamental para que os serviços de saúde prestados à população tocantinense não sofram ainda mais prejuízos, devido aos constantes atrasos nos repasses de recursos do Estado à Organização Social”, diz a nota.

Na nota, a OS afirma ter recebi apenas 34% dos recursos contratuais que teriam vencido no dia 15 de junho. “Também há pendências relativas às diferenças dos meses de janeiro a abril e valores extracontratuais assumidos pela OS e não repactuados até o momento”, diz a nota. A OS também reclama de dificuldade que estariam sendo enfrentadas por causa da falta de repasses.

A Pró-Saúde gerencia os hospitais desde setembro de 2011 e, conforme o contrato, depende de recursos repassados pelo Estado para manter o funcionamento das unidades.

Confira nota na íntegra:

"Pró-Saúde busca solução para evitar aumento da crise na saúde

Os termos da rescisão do contrato de gerenciamento hospitalar firmado entre a Pró-Saúde e o Estado do Tocantins podem ser definidos nesta terça-feira (03.07), numa reunião entre representantes da Pró-Saúde, Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) e Secretaria do Planejamento do Tocantins. Esta decisão é fundamental para que os serviços de saúde prestados à população tocantinense não sofram ainda mais prejuízos, devido aos constantes atrasos nos repasses de recursos do Estado à Organização Social.

Desde setembro de 2011, a Pró-Saúde é responsável pelo gerenciamento de 17 dos 19 hospitais públicos do Tocantins. A OS depende dos recursos do Estado para pagar funcionários e fornecedores de alimentos, medicamentos, materiais de limpeza e outros suprimentos fundamentais ao adequado funcionamento dessas unidades de saúde.

Além de ter recebido apenas 34% dos recursos contratuais vencidos desde 15 de junho, também há pendências relativas às diferenças dos meses de janeiro a abril e valores extracontratuais assumidos pela OS e não repactuados até o momento. Sem tais recursos, a Pró-Saúde vem enfrentando enormes dificuldades para garantir atendimento à população. Desde fevereiro, a OS vem alertando o Governo, por meio de ofícios protocolados na Sesau, para os graves riscos que a falta desses repasses podem acarretar para o sistema de saúde pública no curto prazo.

Palmas, 02 de julho de 2012"
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  • 1º) comentário por em 03/07/12 12h12
    E o Siqueirido mais seu fantoche da vez, Lelis, vão fazer o metrô!! Metrô da morte!!! Para transportar os corpos do HGP pro necrotério!!! PALHAÇADA!!!
    (Usuário identificado pelo IP: 200.241.225.244)