Prefeituras paralisarão dia 21 pela distribuição dos royalties do petróleo

quinta, 16 de dezembro de 2010, às 09h 11min

Prefeitos de todos os estados reuniram-se nesta quarta-feira, 15, no Auditório Petrônio Portela, no Senado Federal, e decidiram que na terça-feira, 21, as prefeituras fecharão no intuito de protestar contra um possível veto do presidente Lula ao Projeto aprovado pelo Congresso, que divide os Royalties do petróleo com todos os municípios brasileiros.

O presidente da Associação Tocantinense de Municípios (ATM), prefeito Valtenis Lino da Silva (PMDB), a pedido da Confederação Nacional de Municípios (CNM), suspendeu toda a agenda no dia no Distrito Federal e viajou às pressas para Palmas a fim de coordenar a mobilização, que ocorrerá no início da próxima semana. “É uma questão de soberania de todo o povo brasileiro. O petróleo pertence a cada um de nós. É a única saída econômica no momento capaz de salvar as prefeituras da situação vexatória que se encontram”, anunciou.

O presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, conclamou as entidades municipalistas presentes ao encontro que concentrem todos os esforços por mais essa luta cívica e contra as pretensões escusas do governo em barrar o avanço do municipalismo no país. “Temos que mostrar ao governo a nossa força, o Brasil precisa saber que o nosso trabalho é sério. Todos devem assumir essa responsabilidade, convocando os municípios vizinhos e a sociedade para engajar-se nessa causa meritória”, destacou.

A CNM preparou uma carta ao presidente Lula solicitando-lhe que não vete a proposta de redistribuição dos Royalties de gás e petróleo aos municípios. A CNM destaca que o projeto já foi aprovado pela terceira vez, duas na Câmara e uma no Senado. “Nós lutamos pela redistribuição dos Royalties por uma questão de justiça tributária, federativa, fiscal e da Constituição, que, aliás, é quem diz de quem é a propriedade desses bens em alto-mar”, conclui a nota.

Uma comissão formada pelos prefeitos de Tocantínia, Manoel Silvino (PR), de Natividade, Joaquim Rodrigues (PV), de Miranorte, Abrão Costa (PMDB), de Arapoema, Baltazar Rodrigues (PR), o Tazinho, e de Jaú, João Luis (DEM), se reuniram para traçar as estratégias de como essa paralisação chegará aos 139 municípios do Estado. (Goianyr Barbosa – Assessor de Imprensa da ATM - Direto de Brasília).
 

Tribunal em Brasília inocenta de João Ribeiro da acusação de trabalho escravo

quinta, 16 de dezembro de 2010, às 09h 10min

O Tribunal Superior do Trabalho confirmou na manhã desta quarta-feira, 15, por unanimidade de votos, decisão do TRT do Pará pela inocência do senador João Ribeiro da acusação de “trabalho análogo a escravo”. A denúncia, promovida pelo Ministério Público do Trabalho do Pará, em 2004, foi rejeitada pelo Tribunal Regional do Trabalho em 2005 e agora confirmada pelo TST, em Brasília.
Com a decisão do TST “o assunto está definitivamente encerrado na justiça trabalhista”, afirmou o advogado Juvenal Klayber, representante de João Ribeiro desde o início do processo, em 2004.

Acórdão do TRT

Segundo o acórdão do TRT da 8ª Região, mantido pelo TST, no processo contra o senador João Ribeiro está “excluída da condenação, as obrigações de abster-se de exigir trabalho forçado, abster-se de aliciar trabalhadores, abster-se de coagir e induzir os empregados a utilizarem armazém ou serviços mantidos pela fazenda, abster-se de impor sanção aos trabalhadores decorrentes de dívida e não se utilizar do sistema “truck sistem”, e ainda, não pagar salários com bebidas alcoólicas ou drogas nocivas”.
O senador João Ribeiro, que será diplomado no próximo dia 17 em Palmas para o seu segundo mandato como senador da República, comentou que a decisão do TST, ratificando a sua inocência, “finalmente coloca um ponto final na questão junto a justiça trabalhista, o que me deixou muito feliz pois entendo que a justiça foi feita no presente caso e restabeleceu a verdade dos fatos”. (Assessoria de Imprensa do senador João Ribeiro).
 

João Ribeiro registra homenagem ao Movimento de Consciência Negra do Tocantins

quinta, 16 de dezembro de 2010, às 09h 03min

O senador João Ribeiro (PR) registrou nesta quarta-feira,15, no Plenário do Senado Federal, a homenagem que a professora Maria Luiza, de Tocantínia, recebeu do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT), em São Paulo. A professora do Centro Educacional Fé e Alegria Frei Antônio é uma das lideres do movimento de consciência negra do Tocantins.
Segundo João Ribeiro, a homenagem que a professora Maria Luiza, recebeu nesta terça-feira, 14, em São Paulo, transforma o Centro Educacional Fé e Alegria Frei Antônio, escola que Maria Luiza atua, em referência nacional na questão da integração étnica e cultural no país. O Centro é uma escola conveniada com o Estado que atende alunos de 40 aldeias indígenas do município e também os filhos da população carente local, em sua maioria negros e mulatos.
João Ribeiro relatou em seu discurso que Maria Luiza também é uma das mais competentes defensoras da obrigatoriedade do ensino da História e Cultura africana e afro-brasileira nas escolas brasileiras no Tocantins. O ensino da Cultura afro-brasileira é obrigatório e está previsto na lei federal nº 10.639 de 2.003.

Cultura afro-brasileira nas escolas tocantinenses

Apesar da lei ser obedecida também com relevância em escolas nos municípios de Praia Norte, Miranorte, Goiatins, Cristalândia, Porto Nacional e em Araguaína, João Ribeiro disse que tinha absoluta convicção de que "o novo governo do Tocantins, sob a liderança do governador Siqueira Campos, irá incentivar a diversidade em nossas escolas, incorporando o espírito da Lei nº 10.639 em todo o Estado”.
De São Paulo, a professora Maria Luiza disse estar muito feliz com a distinção. "Levarei a Placa de Honra que recebi da CEERT com incentivo para continuidade de nossa luta no Tocantins. Segundo ela, “a homenagem e o intercâmbio com outras experiências de divulgação da cultura africana e afro-brasileira foi a melhor experiência profissional que vivenciei desde a implantação da Lei 10.639”, disse emocionada. (Assessoria de Imprensa do senador João Ribeiro).
 

Comissão aprova proposta de Quintanilha que beneficia agentes de saúde

terça, 14 de dezembro de 2010, às 08h 48min

A Comissão de Assuntos Sociais do Senado aprovou, na semana passada, o substitutivo de Rosalba Ciarlini (DEM-RN) ao Projeto de Lei do Senado 48/07, de autoria de Leomar Quintanilha (PMDB), que trata dos agentes comunitários de saúde e dos agentes de combate às endemias. A proposta fortalece a atuação desses profissionais, pois aperfeiçoa suas relações de trabalho com os gestores do SUS (a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios).
O PLS nº 48, de 2007, de autoria do senador Quintanilha, tem o propósito de promover alteração na Lei nº 11.350, de 5 de outubro de 2006, que, por seu turno, regulamenta o § 5º do art. 198 da Constituição, dispõe sobre o aproveitamento de pessoal amparado pelo parágrafo único do art. 2º da Emenda Constitucional no 51, de 14 de fevereiro de 2006, e dá outras providências.
O senador tocantinense propõe critérios gerais a serem aplicados pelos Estados, Distrito Federal e Municípios, ao realizarem o provimento de cargos e empregos de agentes comunitários de saúde. Antes de iniciar novo processo seletivo, a Administração deverá certificar, em cada caso, a existência de anterior processo de seleção para o efeito da dispensa referida no parágrafo único do art. 2º da Emenda nº 51, de 2006. Tal dispositivo dispensa os profissionais que, à data da promulgação da emenda, estivessem desempenhando as atividades de agente comunitário de saúde ou de agente de combate às endemias de se submeterem ao processo seletivo a que se refere.
Certificada a inexistência do processo anterior de seleção, os órgãos ou entes da administração direta dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios promoverão a seleção pública no âmbito de suas respectivas áreas. Ao fazê-lo, devem observar os critérios definidos no projeto, especialmente a pontuação no processo seletivo em razão de provas, de títulos e da conclusão de curso introdutório de formação inicial e continuada.
A certificação deve ocorrer no prazo de 60 dias, a contar da publicação da nova lei, e, na hipótese de não haver seleção anterior, o novo processo seletivo deve ocorrer em cento e vinte dias a contar da mesma data.
Em seu parecer, a senadora Rosalba considera que “é providência perfeitamente inserida nos preceitos constitucionais sobre Administração Pública mandar verificar, antes de qualquer processo seletivo novo, a existência de um anterior, bem como seu prazo de validade”.
O texto será examinado em turnos suplementar antes de ser enviado à Câmara. (Carlos Pompe - Assessor de Comunicação).
 

Nilmar discute a posição das mulheres no Legislativo durante curso em Brasília

segunda, 13 de dezembro de 2010, às 09h 34min

Com o propósito de discutir o papel da mulher na promoção da Democracia e os desafios da atuação feminina na política, a presidente nacional do PR Mulher, deputada federal Nilmar Ruiz, participou na semana passada, em Brasília, do curso Mulheres no Poder Legislativo, a convite da Fundação Konrad Adenauer.
Durante o evento, mais uma vez foi reforçada a necessidade de melhorar a formação das mulheres para o enfrentamento das questões nacionais e a mudança nas Leis para, através de ações afirmativas, oferecer condições ao acesso de mais mulheres nas instâncias de poder.
A atuação das mulheres eleitas para a próxima legislatura também foi tema de discussão durante o evento. A preocupação é fazer com que o trabalho realizado pelas mulheres se destaque no legislativo para que elas possam contribuir ainda mais para o desenvolvimento da sociedade.
Para Nilmar, “a participação do PR Mulher foi importante no sentido de mostrar o interesse do partido em apoiar a maior participação das mulheres na política e na sociedade”. (Emerson Alencar – Assessor de Imprensa da deputada Nilmar Ruiz).
 

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